Morte anunciada de um Amor, no Dia Internacional da Poesia

Escrito por Mhario Lincoln. em: 21/03/2015 | Atualizado em: 10/06/2015

Compartilhe

Morte anunciada de um Amor,
no Dia Internacional da Poesia

ACRÓSTICO

(*) Mhario Lincoln/Foto: Selma Maia

 

Damos as mãos e
Invadimos as almas uns dos outros
A procura de guardar a cada qual

Iluminados foram esses dias
N'alma união e picardia
Tal qual, fomos, tal qual
Ereções dos pelos do peito
Risos e murmúrios, sem jeito
Na última vez do último dia
Assim fomos nós
Cada qual em cada um
Indo e voltando em vão
O nosso amor estava abatido
No dia em que sentimos
A mesmo coisa: A desemoção
Lamentavelmente sem sentido 

Daí pro nada, o amor
Antes forte e sadio, morria!

Planos naufragaram, e os anos
Oxidaram com o tempo
Explodiram com a desilusão
Sangraram almas, iludisses
Inflamaram pra sempre
As tédias tardes de mesmices...

Comentários  

0 #2 PoesiaSelma Maia 20-05-2015 13:24
Sensibilidade e paixão pela poesia.
Citar
0 #1 Lindoooo...Lu Barros 21-03-2015 10:55
Estou impressionada com sua criatividade e inspiração!!
Citar