A mucunã e o Mal de Parkinson

Escrito por Mhario Lincoln. em: 16/05/2015 | Atualizado em: 16/05/2015

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Por José de Oliveira Ramos
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 O ator Paulo José (interpretou recentemente o personagem Benjamin) sofre do Mal de Parkinson

 

Sem deixar de lado as preocupações com a roubalheira que grassa no País, voltamos a por em foco coisas diferentes. Coisas sérias e preocupantes, sem réplica nem tréplica.

Olhando para o retrovisor do carro da vida, ainda conseguimos ver as imagens fortes que ficaram para trás. Anos 40, 50, 60 e poucos de 70. Uma população que pouco ultrapassava os 90 milhões (era isso que cantava a musiquinha mais verde que amarela).

A preocupação maior existia no êxodo rural e na fuga das populações tangidas pelas secas e pela falta de estrutura e vontade governamental. As “doenças”, se não eram fatais, se resumiam no sarampo, rubéola, meningite, coqueluche, tuberculose. Muito pouco se falava em câncer – hoje, em virtude principalmente das condições em que vive o Meio Ambiente, qualquer ferimentozinho que curávamos com pó de café, sal, e até areia – pode ser câncer. Quando alguém estava acometido desse mal avassalador, era como que estivesse condenado à morte.

Surgiram, no extremo da região Norte, a febre amarela, logo controlada. A população brasileira aumentou e logo surgiram novos e fatais problemas. A dengue veio junto com a Aids. Nos dias atuais, embora ainda não debeladas totalmente, pouco se fala nelas e os estudos e os combates indicam que estão surtindo efeitos. Mas, muito mais pela falta de educação do povo, a dengue voltou. Quem não tem em casa um vaso com pião roxo ou comigo ninguém pode? Raciocinem.

Mas, num país continental como o Brasil, multicultural em função do considerável quantitativo de imigrantes, sem esquecer a variação climática de região para região, o combate rápido e efetivo de qualquer proliferação de doenças acaba se tornando difícil.

Infelizmente, nas três últimas décadas tem sido grande a preocupação e maiores ainda as dificuldades para debelar ou até minimizar dois males que afligem os brasileiros: Mal de Parkinson e Alzheimer. A cura, acredita-se, está distante de ser alcançada.

 

“O que é Mal de Parkinson? – O Mal de Parkinson é uma doença do cérebro que provoca tremores e dificuldades para caminhar, se movimentar e se coordenar.

Causas – O Mal de Parkinson se desenvolve mais frequentemente depois dos 50 anos. É um dos distúrbios nervosos mais comuns dos idosos. Às vezes, o Mal de Parkinson ocorre em adultos jovens. Ele afeta tanto homens quanto mulheres.

Em alguns casos, o Mal de Parkinson é hereditário. Quando uma pessoa jovem é afetada, geralmente se deve a causas hereditárias.

 As células nervosas usam uma substância química do cérebro chamada dopamina para ajudar a controlar os movimentos musculares. O Mal de Parkinson ocorre quando as células nervosas do cérebro que produzem dopamina são destruídas lentamente. Sem a dopamina, as células nervosas dessa parte do cérebro não podem enviar mensagens corretamente. Isso leva à perda da função muscular. O dano piora com o tempo. A causa exata do desgaste destas células do cérebro é desconhecida.

 

 Sementes da mucunã

 Exames – O médico pode ser capaz de diagnosticar o mal de Parkinson com base nos sintomas e no exame físico. Porém, os sintomas podem ser difíceis de avaliar, principalmente nas pessoas mais velhas. Os sinais (tremores, alterações no tônus muscular, problemas na marcha e postura instável) se tornam mais claros conforme a doença avança.

Um exame pode mostrar: Dificuldade para começar ou terminar movimentos voluntários; Movimentos espasmódicos e rígidos; Atrofia muscular; Tremores de Parkinson; Variação dos batimentos cardíacos.

Os reflexos podem ser normais. Podem ser necessários exames para descartar outras doenças que causam sintomas similares.

Sintomas de Mal de Parkinson – A doença pode afetar um ou ambos os lados do organismo. O grau de perda de funções pode variar.

Os sintomas podem ser suaves no início. Por exemplo, o paciente pode ter um tremor suave ou a leve sensação de que uma perna ou pé estejam rígidos ou se arrastando.

Os sintomas incluem: Diminuição ou desaparecimento de movimentos automáticos (como piscar); Constipação; Dificuldade de deglutição; Babar; Equilíbrio e caminhar comprometidos; Falta de expressão no rosto (aparência de máscara); Dores musculares (mialgia); Dificuldade para começar ou continuar o movimento, como começar a caminhar ou se levantar de uma cadeira; Perda da motricidade fina (a letra pode ficar pequena e difícil de ler, e comer pode se tornar mais difícil); Movimentos diminuídos; Posição inclinada; Músculos rígidos (frequentemente começando nas pernas); Tremores que acontecem nos membros em repouso ou ao erguer o braço ou a perna; Tremores que desaparecem durante o movimento; Com o tempo, o tremor pode ser visto na cabeça, nos lábios e nos pés; Pode piorar com o cansaço, excitação ou estresse; Presença de roçamento dos dedos indicador e polegar (como o movimento de contar dinheiro); Voz para dentro, mais baixa e monótona;

Buscando ajuda médica – Ligue para seu médico se: Você tiver sintomas do mal de Parkinson; Os sintomas piorarem; Aparecerem novos sintomas;

Também informe o médico sobre os efeitos colaterais dos medicamentos, que podem incluir: Alterações no estado de alerta, de comportamento ou de humor; Comportamento delirante; Tontura; Alucinações; Movimentos involuntários; Perda das funções mentais; Náuseas e vômito; Confusão e desorientação severas;

Também entre em contato com seu médico se a doença piorar e já não for possível tratá-la em casa.

Tratamento de Mal de Parkinson – Não há cura conhecida para o mal de Parkinson. O objetivo do tratamento é controlar os sintomas.

 Os medicamentos controlam os sintomas principalmente aumentando os níveis de dopamina no cérebro. Em alguns momentos do dia, os efeitos positivos do medicamento muitas vezes passam, e os sintomas podem reaparecer. Nesse caso, seu médico necessita mudar: O tipo de medicamento; A dose; O tempo entre as doses; A forma como os medicamentos são tomados.

 Trabalhe de perto com seus médicos e terapeutas para ajustar o programa de tratamento. Nunca mude ou suspenda nenhum medicamento sem consultar seu médico.(Transcrito de Wikipédia).

 

Mucunã – Algum dia, quem já foi obrigado a se alimentar apenas com a “babinha” do tucum – um pequeno coco existente em grande quantidade nas regiões o Norte/Nordeste -, sabe das dificuldades que encontra quem já viveu na roça na época da seca. Na seca, cobra verde e camaleão (iguana) mudam de cor. Tudo fica muito difícil.

 Agora mesmo, São Paulo enfrentou sérios problemas de desabastecimento (que é muito mais por incompetência administrativa, que por fatores climáticos) de água potável. Uma casa não é uma casa quando não tem água. Comida, banho, roupa lavada, sede. Tudo depende de água. Provavelmente, agora, quem nasceu ou mora em São Paulo passará a entender os retirantes nordestinos.

 No Ceará, nos idos dos anos 50 – nós já estávamos neste planeta – os que ali moravam enfrentaram uma seca devastadora. Era tão triste que dói até a lembrança. Perder animais, perder lavoura, perder quase tudo, incluindo a vida.

E – descendentes da união de negros com índios – aprendemos a conviver com algumas das regras que a natureza nos impôs. É gratificante quando alguém descobre a direção do vento e, melhor ainda, quando aprende para onde ele vai. E foi na seca, na necessidade total, que aprendemos a descobrir água. Conhecemos o cipó da mucunã. Dentro daquele cipó, feio, retorcido, está o líquido da vida. Com certeza, alguém que não conhecemos nem alcançamos colocou água ali dentro, da mesma forma e usando o mesmo manancial que enche coco.

 

Mucunã é um gênero botânico pertencente à família Fabaceae. Planta indicada no tratamento da doença de Parkinson, da impotência sexual e como anabólico. Ajudando na perda de peso.

Cipó da mucunã

Propriedades medicinais da Mucuna pruriens – Planta proveniente da Índia, reconhecida pelas suas propriedades afrodisíacas, estimula também a deposição de proteínas nos músculos e aumenta a força e a massa muscular. Aumenta os níveis de L-dopa, um inibidor da somatostatina. O seu extrato é também conhecido por estimular o estado de alerta e melhorar a coordenação.

Indicações/benefícios – Doença de Parkinson (contém L-dopa natural). Impotência e disfunção erétil. Como afrodisíaco e para aumentar a testosterona. Como anabólico e androgênio, fortalecendo os músculos e ajudando a estimular o hormônio do crescimento. Ajudando na perda de peso.

A ayurveda é sem dúvida o sistema mais antigo de medicina no mundo – e a única medicina tradicional para estar baseada em princípios científicos. O uso da erva M. pruriens na medicina ayurvédica vem de épocas de mais de 4.500 anos atrás. M. pruriens tem um perfil bioquímico fascinante, contendo uma grande quantidade de ingredientes ativos, como nicotina, serotonina e L-dopa (ou dihidroxifenilalanina) – o precursor principal do neurotransmissor dopamina, isolado por cientistas índios em 1936.

Quando a dopamina produzida pelos neurônios é afetada pela doença de Parkinson, resulta em tremores incontroláveis, rigidez dos músculos, dificuldades para falar, escrever e se equilibrar e lentidão de movimentos. A deficiência subclínica de dopamina é responsável pelo sentimento de depressão e falta de desejo sexual. A dopamina é considerada o neurotransmissor “feelgood”, produzido pelo cérebro quando se quer “estar contente” ou dar ao corpo uma “recompensa”. É também um intermediário na produção de norepineprina (ou noradrenalina, o neurotransmissor que nos desperta do sono) e é efetivo a estimular a produção do hormônio de crescimento (HgH).

Em um estudo comparativo com animal na doença de Parkinson, na qual quantidades iguais de princípio ativo eram usadas, o extrato de Mucuna pruriens mostrou ser duas a três vezes mais efetivo que o L-dopa sintético. Isso sugere que seja o perfil bioquímico da erva como um todo, e não só o princípio ativo, que é responsável por aumentar sua efetividade significativamente tratando sintomas da doença. Estudos humanos também mostraram benefícios neurológicos importantes para M. pruriens, ao contrário do L-dopa sintético – tolerância excelente e quase nenhum efeito colateral.

É provável que quando se toma um extrato da erva juntamente com tribulus terrestris aumenta-se a quantidade de L-dopa que alcança o cérebro. Tribulus contém um inibidor moderado de monoamina oxidase, uma enzima degradante da dopamina. Este modo natural de melhorar os efeitos de M. pruriens foi reconhecido por médicos ayurvédicos durante mais de 1.000 anos.

O extrato padronizado de Mucuna pruriens estimula a secreção de hormônio do crescimento (HgH) pela glândula pituitária. O hormônio do crescimento é indubitavelmente o hormônio antienvelhecimento mais poderoso: encoraja a massa muscular e desencoraja a gordura de corpo, melhora a força e nivela a energia, aumenta o senso de bem-estar e tem uma influência positiva em muitos outros aspectos de saúde. M. pruriens também é usado na medicina ayurvédica para restabelecer a libido (junto com tribulus terrestris); aumentar os níveis de testosterona (como mostrado em um estudo controlado) e dopamina; em casos de esterilidade masculina e feminina (aumentando a contagem de esperma e encorajando a ovulação); melhorar a agilidade mental, a coordenação motora e tratar condições de apatia.

Estudos farmacológicos mostraram sua utilidade como estimulante de SNC, anti-hipertensivo, estimulante sexual e mais.

Efeitos colaterais: doses elevadas de Mucuna pruriens podem causar superestimulação, aumento da temperatura corpórea e insônia.

Contraindicações: a semente pode causar problemas de nascimento e estimular a atividade uterina. Deve ser evitado por mulheres durante a gravidez.

Mucuna pruriens mostrou ter a habilidade de reduzir o açúcar do sangue. Aqueles com hipoglicemia ou diabetes devem usar somente sob supervisão médica. Mucuna pruriens possui atividade androgênica, aumentando os níveis de testosterona; pessoas com síndromes andrógenas excessivas devem evitar o uso. Mucuna pruriens inibe a prolactina.

Caso você tenha uma condição médica resultando em níveis inadequados de prolactina no corpo, não use a menos que sob supervisão médica. A semente contém alta quantidade de L-dopa. Levodopa é o medicamento usado para tratar doença de Parkinson.

Pessoas com doença de Parkinson devem apenas usar sob supervisão médica ou de um terapeuta. Dose recomendada: 400 mg uma vez ao dia ou em doses divididas, duas vezes ao dia, ou conforme recomendação médica. Cada 400 mg deve conter em média 15% de L-dopa padronizado. Fonte: Renata Dias (texto adaptado)

 


Pó de mucunã beneficiado

ATENÇÃO – Não temos nenhuma pretensão de induzir alguém a recorrer ao uso da “mucunã” para fins terapêuticos. Somos apenas um Jornalista que, depois de pesquisar, resolveu produzir uma matéria e sugerir alguma alternativa para minimizar a devastadora atuação do Mal de Parkinson no corpo humano.

A primeira alternativa de quem se interessar pelo assunto, é recorrer a um médico, especialista da área, capaz de descobrir o “mal”, e orientar o paciente no tratamento. Mas, a mucunã não deixa de ser “mais uma” alternativa.

 

Comentários  

+1 #15 Tomei a liberdade (3)José de Oliveira Ram 17-05-2015 14:57
Parabéns pela sua insistência e, certamente, você será recompensado por isso.
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+1 #14 Tomei a liberdade (4)José de Oliveira Ram 17-05-2015 10:34
Amigo, aos poucos os operadores da saúde vão descobrindo as vantagens da psique em qualquer tratamento. Hoje há quem defenda que apartamentos de hospitais não sejam mais "totalmente brancos" como eram antigamente. O universo das cores alegra, anima e ajuda na recuperação.
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+1 #13 Tomei a liberdadeJosé de Oliveira Ram 17-05-2015 09:32
Clério Alves de Oliveira: concordo em tudo que você escreveu. Existem doenças intrinsecamente ligadas ao psicológico. Levantar o astral é como ingerir uma boa dose de qualquer medicação. Obrigado amigo.
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+1 #12 Caro JornalistaJosé de Oliveira Ram 16-05-2015 23:09
Carlos Diogo: é uma pena que tanta gente tenha passado por esse problema, e, como sabemos, muitos ainda passarão, pois ainda não existe cura assegurada. A mucunã também não cura. Dizem que ameniza o sofrimento de quem é acometido.
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0 #11 Tomei a liberdadeGiorgeano Prates 16-05-2015 18:33
Caro Jornalista,
Tomei a liberdade de enviar este comentário, que aqui faço pela primeira vez, diante da importância do tema. Tinha um amigo que estava lutando para editar um livro sobre esses seu problema. Não sei se ele ainda é vivo ou se editou. Mas seria interessante que o ilustre jornalista soubesse que essa doença não é tão simples assim. E que o senhor saberá dar continuidade a esclarecer nossa população sobre o assunto.
Um abraço e obrigado por mexer num assunto tão importante coisa que a grande mídia não faz. Quero parabenizar o Acervo por ações como essa.
Gio.
(Águas de Lindóia)
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0 #10 Tomei a liberdade (1)Relato 16-05-2015 18:29
O projeto do meu livro é um relato de minha experiência de vida como Portador da Doença de Parkinson (PDP). Quando comecei a escrever, tinha consciência que teria grandes dificuldades em transmitir os meus pensamentos e o que aprendi. Contudo, acreditava que esse medo e dificuldades diminuiriam se eu falasse com as pessoas sobre minhas intenções e idéias.
Relato como consegui superar as perdas de qualidade de vida, os sucessos que obtive com o tratamento fisioterápico, vencendo e corrigindo deficiências e incapacidades já instaladas, superando as angustias, as dores e outros desconfortos que sentia durante todo o tempo, prevenir ou avaliar as conseqüências dos ataques graves de doenças oportunistas, algumas de efeitos fatais.
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0 #9 Tomei a liberdade (2)Doença parte 2 16-05-2015 18:29
Segue alguns trechos do meu projeto
...e o médico comunicou-me sem nenhuma cerimônia e sem meias palavras. O senhor está sofrendo de uma doença incurável, chamada Mal de Parkinson. Ela não mata, mas o senhor vai tomar remédios para controlá-la pelo resto de sua vida.
Eu acabara de receber uma noticia dramática e dolorosa. A frase “incurável, você vai tomar medicamentos até o fim de sua vida”, foi de um impacto arrasador.
A Doença de Parkinson causa um enorme impacto emocional e psicológico no paciente. Normalmente, o portador dessa doença é vítima de diversos tipos de neuroses e perturbações, sendo que algumas fogem do seu controle e se transformam em anormalidades, chegando a provocar no indivíduo desajuste de personalidade.
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0 #8 Tomei a liberdade (3)Doença parte 3 16-05-2015 18:27
As primeiras ajudas partiram de mim mesmo. Iniciei procurando formar o máximo possível de conhecimento sobre a DP. Pesquisas demonstram que, quando paciente é bem informado sobre sua doença, as reais possibilidades de reabilitação são maiores e ele assume posições mais decisivas e responsabilidades pelo seu tratamento; os índices de melhoras são maiores. (...) Os resultados da pesquisa me levaram a concluir que o mais eficiente tratamento alternativo para DP era a atividade física.
A partir daquele momento, eu teria que renascer como um homem forte, disciplinado e aplicado quando no exercício de qualquer atividade relacionada com meu bem-estar. Dias após eu haver iniciado o programa de atividades físicas, começaram a aparecer as melhorias, as quais foram se tornando mais consistentes a cada dia passava.
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0 #7 Tomei a liberdade (4)Parte 4 16-05-2015 18:26
Daquela data em diante, foram inúmeros os sucessos que alcancei, coroando com alegria e vitória os meus esforços e aplicação;. Eu tinha plena consciência quer não era a cura total, contudo eu sabia perfeitamente, porém, as melhorias nos sintomas da doença foram tão grandes que fiquei muito satisfeito com o que tinha obtido até aquele momento.

Esse tipo de vitórias faz as pessoas se sentirem mais confiantes, mais fortes e são altamente motivadores. A partir dessa data mudei completamente o meu comportamento de vida com relação aos cuidados com o corpo e saúde. Procurei me alimentar melhor, praticar atividades físicas de forma disciplinada, com bom senso e sem exageros, de forma sistemática e religiosa.

Com pensamento, desejo bem definido e uma forte concentração, conseguimos abandonar velhos e maus hábitos que nos prejudicam e trocá-los por novos e bons hábitos que nos tragam satisfação, felicidade, melhoria de vida, saúde e aumente a nossa auto-estima.
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0 #6 Tomei a liberdadeGeorgiano Plates 5 16-05-2015 18:25
Pessoas fatalistas, negativas, pessimistas, que só pensam em coisas tristes e fatalistas; só levam a pessoa para baixo. Destroem a saúde da pessoa e agravam qualquer doença que tenhamos, podendo levar até ao prematuro falecimento. Se você tem hábitos saudáveis em relação ao físico e à mente, procure conservá-los; se não os tem, procure adquiri-los. Bons hábitos são fundamentais à saúde física e mental.

Nessas horas a família deverá ser unida e solidária. Eles deverão se reunir entre si e combinar uma forma que possibilite a todos ter sua cota de responsabilidade de cuidar do doente. Todos, de uma forma ou de outra, poderão cooperar...
Espero que possa ajudá-los,

Clério Alves de Oliveira

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