A Culpa é do Professor (??)

Escrito por Mhario Lincoln em 10/04/2014

imagem do texto HypescienseMustafá Ali Kanso é o autor do texto

Ilustração: original do texto

 

Eu tenho percebido uma tendência de certos consultores em educação de ao apontar as falhas no processo de ensino brasileiro ter encontrando na figura do professor (e/ou da escola como um todo) o seu bode expiatório preferido.


Só para ilustrar, existe um programa de rádio matutino onde uma dessas consultoras oferece conselhos ao público sobre a educação dos filhos e que usa de forma frequente essa saída fácil “a culpa é do professor” e/ou “a culpa é da escola”.
Vamos aos exemplos:
Um aluno do fundamental foi suspenso devido ao seu hábito frequente de morder os coleguinhas.
Os pais foram chamados e uma providência foi solicitada.
A especialista vaticinou: a culpa é da escola, afinal a ocorrência se deu na escola. A escola que resolva.
Simples assim.
Espera aí!
É a escola que deve ensinar uma criança de que ela não deve morder seus colegas ou esse é o papel da família?
E as crianças que foram mordidas por esse aluno, não possuem nenhum direito?
Por exemplo, o de aprender a resolver sistemas de equações de primeiro grau sem serem mordidas por um colega.
Nada disso é sequer mencionado.
É dever da escola resolver e pronto.
Afinal os pais estão pagando e querem resultados.
E as outras crianças que não mordem os colegas, como aprenderam essa conduta?
Pela televisão?
Resumindo o questionamento principal:
Será que são os pais que devem educar seus filhos para que eles estejam aptos a viver em sociedade?
Sem morder ninguém, por exemplo.
Ou esse é o papel da escola?
Mas vamos adiante:
Uma mãe reclama que a professora passa muita tarefa de casa para seu filho.
Resposta: A culpa é da professora, que não sabe medir a carga de atividades semanais.
Mas, espera aí!
Outros pais foram consultados ou convidados a emitir sua opinião?
Qual o rendimento dessa criança?
Ela recebe alguma motivação da família para estudar?
Qual o currículo dessa professora?
Quais são essas malfadadas lições de casa, qual sua abrangência, qual sua proposta pedagógica, quais habilidades e competências que ela pretende desenvolver?
Nada disso é perguntado.
Apenas se vaticina que o professor é culpado. Seu crime: passou muita tarefa.
Substitui-se o professor ou troca-se de escola. Problema resolvido.
Próximo caso!
Uma mãe reclama que a professorinha do fundamental exige que o seu filho faça trabalhos escolares usando latinhas de refrigerante, garrafas PETS tiradas do lixo, etc.
Que horror! E os germes? E a trabalheira que essa mãe tem para separar as tais latinhas e garrafas vazias?
Será que a professorinha não tem ideia de como essa mãe é atarefada?
Resposta: A culpa é da professorinha e da escola por fazer propostas sem nenhuma noção de higiene ou adequação.
Destaco aqui que o termo “professorinha” é usado muitas vezes em tom depreciativo, insinuando que todas são professoras muito menininhas e que não sabem nada da vida.
Será?
A questão ecológica trabalhada pela professora não tem valor?
E o desenvolvimento da criatividade da criança? Alguém quis saber a respeito?
Em quais pressupostos a professora fundamentou sua prática?
Alguém leu o currículo dessa professora? Alguém tem o direito de usar diminutivos nesse contexto?
Nada disso é argumentado.
Apenas o veredicto: a professora e a escola são os culpados!
Próximo caso!
Não quero aqui crucificar essa ou outros pretensos consultores de educação, pessoas que nunca deram uma aula na vida e que perambulam sob os holofotes da mídia vendendo sua opinião, afinal esse país é livre e todos possuem o direito de ter, dar e/ou de vender sua opinião, mesmo que disparatadas.
O que realmente me surpreende é a rapidez com a opinião pública acata tais disparates sem ao menos examiná-los sob a ótica do bom senso.
Também não quero dizer aqui que o professor sempre tem razão, num contraponto corporativista ao veredicto vicioso desses leigos “especialistas” de plantão.
Existem professores e professores.
É importante frisar!
Cabendo aqui a importante reflexão sobre o problema de indução que já abordei aqui por diversas vezes:
Uma classe não pode ser julgada, condenada e aviltada fundamentando-se na má conduta de alguns.
Mas, o que realmente chama a minha atenção é o completo desconhecimento da sociedade como um todo, e aí se inclui a maioria dos pais e até desses consultores de ocasião, sobre qual é o real papel da escola.
A escola e o professor, pelo menos no Brasil, atuam ainda no mundo da instrução.
Se isso é certo ou errado. Se isso é o ideal ou não – a conversa é outra.
É preciso deixar isso claro. Vou repetir:
A escola e o professor atuam no mundo da instrução.
E o que significa isso?
Por exemplo:
É instrucional o ato de ensinar a ler e escrever;
É instrucional o ato de ensinar conceitos científicos;
É instrucional o ato de ensinar a usar conceitos matemáticos para resolver problemas de outras ciências;
Etc.
A formação individual é algo mais abrangente e exige uma dedicação e um atendimento também individual, que a escola, enquanto instituição, e o professor, enquanto profissional, não foram instrumentalizados para atender.
Pelo menos no Brasil.
Basta avaliar nosso modelo de ensino de turmas apinhadas, professores mal pagos e desvalorizados.
Governos e governantes são os detentores do poder capaz de inferir nessas questões, ou não?
Ainda:
Os principais agentes educadores da atualidade são os pais ou os responsáveis legais.
Em síntese a família (ou pelo menos teria que ser).
Não há como exigir da escola e do professor que cumpram esse papel.
A educação é algo muito mais amplo que a instrução.
Envolve muito mais que a simples aplicação da razão – que é a principal ferramenta do mundo da instrução.
A educação envolve relações afetivas e demanda muita sensibilidade e subjetividade, que só é conquistada pelo acompanhamento individual, diário e constante num fenômeno social muito complexo denominado convivência humana.
É através do exemplo de conduta, na convivência humana, que se ministram as melhores lições para a formação do indivíduo.
Um professor encontra seus alunos algumas horas por dia — e na melhor das hipóteses — há apenas um professor para cada 35, 40 alunos em média.
Um professor para atender dezenas de alunos! Esse é o modelo do ensino no Brasil!
De que forma esse professor vai trabalhar o indivíduo se sua prática por definição é massificada?
Existem alguns professores que, mesmo nessas condições adversas, conseguem cumprir em parte com esse papel e são mais afetivos e efetivos que muitos pais (evidentemente devido à sua sensibilidade, experiência, talento, etc).
Mas não é essa a sua obrigação.
O professor não é o pai nem o responsável legal por seu aluno.
Ele não tem autoridade legal para estabelecer limites ou definir regras sobre a educação desse aluno.
Os alunos são menores incapazes e são os seus pais ou responsáveis que por lei devem responder pelas ações desses jovens.
Qualquer interferência de um professor, que não se restrinja à instrução, pode culminar em processo cível.
Será que ninguém se lembra disso?
E mesmo assim, se um professor de matemática tiver que ensinar aos seus alunos como se portar com educação e sensibilidade, e tiver que gastar horas, semanas, meses (e quem sabe anos), até que seus alunos adquiram tal educação e tal sensibilidade a ponto de não morder um coleguinha durante as aulas, quem será que vai ensinar a essas crianças como resolver um sistema de equações?
Ou existe algum método que por meio das técnicas matemáticas para resolver sistema de equações também se ensine a respeitar o próximo ou – usando o nosso exemplo anterior – a não morder seus colegas?
Repito:
A nossa escola vive ainda o mundo da instrução. Não podemos nos iludir.
A formação individual ainda é uma tarefa da família e que pode encontrar na escola sua grande aliada.
Eis o termo – aliada.
Mas é preciso que os pais ou responsáveis legais tenham consciência disso e tratem o professor e a escola assim:
— Como aliados.
E não como bode expiatório ou um inimigo a ser intimado, combatido e subjugado.


-o-
[ Mustafá Ali Kanso é o autor do texto acima]

Tapa no Feminismo Orgásmico

Escrito por Mhario Lincoln em 13/03/2014

(*) Mhario Lincoln

(Jornalista sênior, advogado e editor de partilhabr.com.br

 

 

 “O Feminismo errou ao tentar reduzir a vida feminina às conquistas profissionais, pensando suprir as demandas da vida pessoal”. (Paglia).

 

Li atentamente a entrevista com a escritora americana Camille Paglia (foto google). No meu entendimento, uma realidade nu a e crua, desde os anos 60, quando mulheres se debruçaram sobre a teoria de um feminismo orgásmico ortodoxo, onde o máximo era “priorizar o sucesso profissional. Essas deram com a cara na parede”, diz a autora de Personas Sexuais.

Ora, feminismo orgásmico porque o gozo se prendia exclusivamente à conquista do Poder pela mulher. Mas, passados todos esses anos, desde 1960, ano que explodiu o feminismo ortodoxo, a triste constatação de que, segundo Paglia, “(...) quando chegamos aos 70, 80 anos, passamos a acreditar que a felicidade não está com as ricas e poderosas, mas com as mulheres de classe média que produziram grandes famílias”.

 

Abaixo, alguns trechos interessantes dessa escritora de 66 anos, altamente criticada por revelar um segredo (vide destaque em amarelo, mais a abaixo).

Outras ideias:

1- “A masculinidade tradicional está numa encruzilhada, é como se tivesse apagada dentro da família. Isso não é bom”. (Paglia).

2 – “Apagados, os homens procuram seus grupos: strip-tease, clubes de homens, acabam escapando para o mundo deles” (Paglia).

3 – “Os gays conversam por horas, fofocam, falam da vida pessoal.. os héteros, não! Eles não aprofundam os sentimentos” (Paglia).

4 – “Há um grande desentendimento no casamento moderno porque Homens e Mulheres não têm tanto em comum assim”. (Paglia).

5 – “No que diz respeito à governos Ocidentais, a tendência (das Chefe de Estado) é agirem no estilo ‘estado-babá’, complacente e cuidadosa” (Paglia).

6 – Ser complacente e cuidadosa no Governo, “incapacita as nações de ficar seriamente em alerta contra ameaças terroristas”. (Paglia).

7 – “As sociedade Ocidentais são ingênuas e complacentes ao imaginarem que todo mundo é naturalmente benevolente”. (Paglia).

8 – Para ser líder de uma Nação, “falta às mulheres uma educação voltada a desenvolver visões de longo prazo, decisão e pensamento militar”. (Paglia).

9 – Com relação à mulher no comando do Estado, “(...) ser carinhosa e ter compaixão, está resolvido. Vamos parar de falar nisso”. (Paglia).

10 – “Liderar uma Nação significa cuidar de suas questões militares. Isso requer uma personalidade firme e assertiva” (Paglia).

11 – “Não é fixando proposições (50% de mulheres no Legislativo) que produziremos lideranças”. (Paglia).

12 – “O Brasil não tem obsessão pelas questões militares que os EUA. Por isso o Brasil têm uma mulher como presidente”. (Paglia).

13 – Nos EUA, “Hillary Clinton é incompetente, sem nenhuma grande conquista, exceto ter casado com Bill Clinton”. (Paglia).

14 – Perspectivas femininas para as próximas décadas: “Eu vejo o mundo muito instável à frente, tanto político como economicamente”. (Paglia).

15 – Homens, Mulheres, Gays e Lésbicas: “Acho que essa maneira de encarar as coisas baseada em gênero está errada”. (Paglia).

16 – “O Feminismo errou ao tentar reduzir a vida feminina às conquistas profissionais, pensando suprir as demandas da vida pessoal”. (Paglia).

17 – “Conquistas profissionais não suprirão questões pessoais, estas, são de natureza diferente, têm a ver com sexo, procriação e viver a vida”. (Paglia).

18 – “As Feministas anglo-americanas dos anos 60 têm uma visão mecânica do que é viver. Ainda é difícil lidar com homens em pé de igualdade” (Paglia).

19 – “Minha prioridade é essa: temos que parar de culpar os homens e começar a olhar as mudanças no trabalho e nos lares”. (Paglia).

20 – “Hoje estamos felizes com nossa máquina de lavar e secar, mas o que isso significa? Isolamento total. Desconexão com o mundo feminino” (Paglia).

21 – “Antigamente, minha mãe ia lavar roupas com outras mulheres da comunidade, era uma vida social construída a partir daí”. (Paglia).

22 – “Eu apoio totalmente as mulheres que se vestem de maneira sexy. Mas quem faz isso tem que entender quais sinais está enviando”. (Paglia).

23 – “Garotas americanas brancas e de classe alta usam roupas sexy. Mas seu corpo está morto. Nem entendem o que estão vestindo”. (Paglia).

24 – “Mulheres (...) no Brasil e América do Sul, comunicam melhor sua sexualidade. Estão mais confortáveis em seus corpos”. (Paglia).

25 – “Mulheres espertas e ambiciosas fazem sexo com uma quantidade enorme de homens que, na hora de casar, querem as de 20 anos” (Paglia).

26 – “Achar que mulheres bem-sucedidas são o máximo da raça humana é ridículo. A felicidade está com as (médias) que construíram famílias.” (Paglia).

Se conselho fosse bom, era pago!

Escrito por Mhario Lincoln em 12/03/2014

Foto: original do texto (Superinteressante/15 de setembro de 2011)

 

Original do texto da Superinteressante

 

Conselhos errados que as pessoas dão: "nunca desista dos seus sonhos"

 

Muitos de nós crescemos ouvindo apresentadores de TV, cantores, personagens de programas infantis e toda espécie de espalhadores profissionais de clichês repetindo à exaustão o mantra: “nunca desista dos seus sonhos”.

Há variações, como “persiga os seus objetivos até o fim” ou “tenha fé, que um dia você vai chegar lá”. Como sempre, sabemos que a intenção é boa – e é importante receber encorajamento desse tipo.

Mas é preciso ser racional e equilibrado. Não queremos destruir o sonho de ninguém, mas a ciência nos insta a dizer: nem sempre você vai alcançar os seus objetivos e é preciso aceitar isso. Senão, corre o risco de se tornar um velhinho ranzinza e amargurado.


Séries e filmes vivem explorando a figura do velhinho ranzinza, como Shit my Dad Says e Up. Personagens assim fazem sucesso e parecem divertidos na cultura pop, mas vamos combinar que ninguém curte se imaginar virando um desses na vida real. A amargura na idade avançada não é um comportamento normal que acontece com todo mundo, e sim um indício de depressão.

Um estudo da Universidade de Colúmbia Britânica feito pelos psicólogos Erin Dunne e Carsten Wrosch sugere que, no geral, uma das principais causas do mau-humor é essa coisa de perseguir incansavelmente um objetivo que você nunca será capaz de alcançar.

A boa notícia é que dá para evitar que nós nos tornemos velhinhos e velhinhas ranzinzas no futuro se mudarmos a forma como encaramos as coisas desde já.

E a principal delas envolve o que os pesquisadores chamaram de “desengajamento objetivo”, ou a decisão de abrir mão de certas metas quando for o caso. O pesquisador Carsten Wrosch deu dicas nesse sentido para o site TheAtlantic.com. Listamos algumas delas:


1. Assuma a responsabilidade pelos seus próprios erros. Segundo Wrosch, a amargura é consequência de experiências ruins (como falhas, decepções ou fracassos) que são considerados fora do controle. A pessoa se sente vítima do mundo e acha que é impotente frente às situações. Quando reconhecemos que a culpa por coisas assim terem acontecido às vezes é nossa, podemos nos sentir arrependidos e tristes por um tempo – o que é normal, mas passa e, se permitirmos, acaba nos ajudando a tomar decisões melhores no futuro. (Desde que você não pese a mão na autocrítica e comece a se condenar eternamente, como já dissemos anteriormente) Já quando jogamos a culpa em outra pessoa, podemos sentir uma raiva e/ou amargura que vai se acumulando com o tempo.

 

2. Se você falhou em um objetivo, seja razoável e avalie suas reais chances de conseguir alcançá-lo antes de decidir tentar de novo.
É preciso ser realista. É claro que, muitas vezes, vale a pena persistir em um objetivo e tentar muitas outras vezes até consegui-lo. Passar no vestibular, conseguir uma promoção ou arranjar um emprego em uma área que você deseja pode exigir esforço e muitas tentativas fracassadas antes. Afinal, essas coisas não são fáceis. Mas pode haver ocasiões em que não há muito o que fazer – e a melhor opção é desistir. Caso contrário, o preço a se pagar é a amargura.

 

3. Se o seu objetivo é pouco realista, parta para outras metas.
O “desengajamento” pode poupar você do fracasso recorrente e das emoções negativas que vêm associadas a isso. Pesquisas mostram que isso tem sido associado a níveis mais baixos de hormônios relacionados ao estresse e menos relatos de problemas de saúde. Mas que fique claro: isso não significa viver por aí sem objetivo – significa estabelecer novas metas. Fazer isso, por sua vez, promove níveis mais elevados de emoções positivas nas pessoas.


4. Se você já costuma culpar outras pessoas, faça as pazes com ela
Além de tomar a responsabilidade pelas coisas que você faz e parar de culpar outros, é importante também fazer as pazes com a pessoa que você costuma culpar pelas suas derrotas. Muitas vezes, você vai precisar delas para resolver o problema (como em um casamento em crise, que necessita do trabalho de ambos os cônjuges para dar certo).

Nota: A amargura também pode ser resultado de algum estresse pós-traumático. Nesse caso, a pessoa se sente intensamente injustiçada e impotente e aí é necessário procurar ajuda psicológica.

 

Original Superinteressante/Ana Carolina Prado (2011).

Josiele: convidada de hoje

Escrito por Mhario Lincoln em 10/03/2014

Olá meninas lindas e poderosas. Enfim, chegou nosso dia.


O dia que foi criado única e exclusivamente para nós.
mulheres. sim, mulheres.


Mulheres que lutam, que sobrevivem a TPM, ao estresse do dia a dia, aos
constantes machismos de alguns homens, resistimos às cólicas, resistimos
as dores do parto.


Choramos quando necessário, emocionamos com coisas bobas. sim, somos uma
manteiga quando precisamos. somos frágeis como um cristal. mas jamais
deixamos de ser mulher.


Afinal de contas ser mulher é isso.


É enfrentar o medo de cabeça erguida, é dar carinho e colo quando
necessário.


É acalentar a criança que tanto precisa. é amamentar, é ser esposa, é
ser fiel, nossa ser mulher é isso e tudo mais.


É ser sensual sem ser vulgar, é saber compreender aquela sua amiga. É
saber aconselhar quando necessário,


afinal ser mulher é tudo isso e muito mais.

Afinal que mulher que não tem uma cólica, uma estria, uma gordurinha ali
outra lá. uma celulite. nossa brigamos com a balança. mas, estamos
firmes e fortes ali sempre ali.

Claro, buscamos sempre sermos as mais lindas, as mais perfeitas mas,
precisamos saber que não existe mulher perfeita.
toda mulher tem sua estria, sua gordurinha, sua celulite. pode ser a

Mais top, a mais popular a mais famosa.
então, sejamos mulheres sempre. mulheres de fibra afim de lutar sempre
por nossos ideais e sonhos e jamais deixar de ser quem realmente somos.

Parabéns pra nós

Autora: Josiele

Existe amizade entre Homem e Mulher?

Escrito por Mhario Lincoln em 09/03/2014


Namoro ou amizade?

A amizade entre homens e mulheres é rara, difícil e frágil. Ainda assim, tem quem tente. Entenda por que essa relação vai se tornar cada vez mais comum e até necessária.

 

Superinteressante, com por Veridiana Sedeh/Foto original do texto no twitter 



Sérgio e Natália formam um belo casal: são jovens, atraentes, adoram estar juntos. Íntimos, conversam sobre tudo, fazem baladas e viagens e, em 10 anos de relação, nunca se beijaram. Sérgio e Natália são um casal de amigos. Natural para os dois, a relação é vista com ceticismo por quem está em volta - homens, principalmente, custam a acreditar que nunca rolou algo a mais. Sempre que conhecem alguém, a pergunta se repete: "Vocês são só amigos mesmo?"

A frequência da dúvida mostra que nossa sociedade hiperconectada e globalizada ainda é bem conservadora com esse assunto. Em nossa defesa, temos milhares de anos em que simpatia entre sexos era sinônimo de atração sexual e algumas décadas em que pode não ser. É um fenômeno novo, mais recente que a TV em cores. Para ter uma ideia, os primeiros estudos sobre esse tipo de relacionamento são do final do século 20, e ainda não ajudam muito a esclarecer todo o emaranhado de dúvidas - naturais - sobre o assunto. E, se o tema é recém-chegado à ciência, ainda é ignorado pela ficção. Em filmes, seriados e novelas, o casal hetero está sempre destinado à cama ou ao altar.

Mas a amizade entre homens e mulheres existe - e acredite, você ainda vai ter uma.

FHC fala o que pensa de Dilma/Lula

Escrito por Mhario Lincoln em 09/03/2014

Via twitter @Mhariolincoln

Entrevista original Forbes/Brasil

Fotos não originais do texto/Google Imagens

imagens Google

 

(*) Com Mhario Lincoln

 

1-FHC/FORBES (Presidente de novo) "Se eu tiver juízo, não".(Lula) "Tem sabedoria para não fazer um passo que seria discutível em seu futuro".

2-FHC/FORBES (Petrobras) "Eu não a privatizei. Se olhar a CEF vai saber o que irá acontecer por causa dos esqueletos que estão lá".

3-FHC/FORBES (Sobre o papel do Estado). "Tem que desinfetar o aparelho do Estado do vírus partidário, do vírus da militância partidária".

4-FHC/FORBES (Copa/14) "Eu não sou contra a Copa no Brasil. Até tentei fazê-la. Porém, acho que foi exagero a criação de tantas sedes".

5-FHC/FORBES (PT/Liberdade) "Passei por vários governos, Mas nunca houve um momento de tanta liberdade no Brasil, como agora".

6-FHC/FORBES (Manifestações). "Protestos fazem parte da Liberdade. Melhoramos muito, mas quando há melhorias, sempre se quer mais".

7-FHC/FORBES (Copa II) "Eu não posso ser contra Copa. Porque o Brasil gosta de futebol e é uma oportunidade para o país".

8-FHC/FORBES (Copa III) "Eu tentei fazer a Copa. Fui lá com Pelé. Mas perdemos a competição. Portanto, eu não posso ser contra !

9-FHC/FORBES (Críticas da revista 'The Economist'). "O país nunca levantou tanto vôo, mas não está tão quebrado.Tudo foi exagerado."

10-FHC/FORBES (Erro do Governo) "É pensar que ele tem a mágica do crescimento nas mãos e que pode fazer o crescimento sozinho".

11-FHC/FORBES (Erro II). "O Governo leva o BNDES a financiar, com dinheiro do Tesouro, empresas com imensa transferência de renda".

12-FHC/FORBES (Mantega)."Quando o Ministro da Fazenda fala vc pensa que o Brasil não tem problemas.E isso não é verdade. Falta sinceridade".

13-FHC/FORBES (Solução para a crise fiscal). "Não acho que é só mudar o Ministro. Acho que é muito mais que isso".

14-FHC/FORBES (Mudar de Presidente?) "Não é o governo. É a estrutura do Estado. Temos 39 ministérios e isso não faz sentido".

15-FHC/FORBES (Inflação): "O que produz a inflação é o desequilíbrio muito grave entre receita e despesa. É o que está acontecendo".

16-FHC/FORBES (Inflação): "O BC aumenta os juros. Mas sozinho não segura a inflação. Tem que combinar: Política Fiscal/Banco Central".

17-FHC/FORBES (Cuba) "O Brasil tem proximidade histórica com Cuba.Quando presidente, gerei investimentos(Petrobras) para buscar petróleo lá".

18-FHC/FORBES (Cuba II) "Eu acho também que o bloqueio de Cuba está errado. Mas o sigilo (do Governo de Dilma), não se justifica".

19-FHC/FORBES (Futuro governo). "O próximo mandato, seja ele de quem for, será difícil. As bombas de retardamento estão postas".

20-FHC/FORBES. (Lula II): "Lula teve méritos e tomou decisões importantes. O problema é ele achar que começou a história do Brasil".

21-FHC/FORBES. (Lula/Dilma): "Lula pegou um ciclo de expansão da economia mundial e Dilma, o de retração. Difícil é governar na retração".

22-FHC/FORBES (Arte Política): "Política é navegação. Não ter que ter ponto de vista rígido, mas se adaptar às circunstâncias".

23-FHC/FORBES (Programas Sociais). "Lula juntou e ampliou {programas de FHC}. Isso é positivo. Mas usou como se fosse do governo {só} dele".

24-FHC/FORBES (Desigualdades sociais): "O que contribuiu para a desigualdade social foram aumentos contínuos do salário mínimo desde 1993".

25-FHC/FORBES (Momento Mundial): Grandes líderes mundiais, "olham com preocupação para os emergentes a exemplo do Brasil e Turquia".

26-FHC/FORBES (Sobre privatizações). "Minha opinião não mudou. Olha o que aconteceu a Vale, hoje a 2ª maior mineradora do mundo. A Embraer".

27-FHC/FORBES (Amizades): "O Clinton me escreveu uma carta, entusiasmado diante da possibilidade de Hillary ser candidata a Presidente/EUA".

28-FHC/FORBES: (Candidatos). Às próximas eleições para o Planalto, "eu acho que Aécio Neves e Eduardo Campos estão preparados".

29-FHC/FORBES. (Redes Sociais). Fala com a namorada? "Com ela, não. Mas falo pelo Whatsapp com meus filhos e netos".

30-FHC/FORBES (Memórias). Tenho umas 20 mil horas de gravação a serem transformadas em formato páginas, todas arquivadas nas nuvens".

 

 

(*) Mhario Lincoln é advogado e jornalista sênior/Partilhabr.com.br

Quem obedece e quem dá ordem?

Escrito por Mhario Lincoln em 08/03/2014

fotomontagem: ML/Google imagens

 

(*) Mhario Lincoln

 

“Os jovens adoram desobedecer. Mas atualmente não há mais ninguém para lhes dar ordem”.

(Oscar Wilde)

 

O Brasil de hoje tem algumas coisas que não posso entender com toda minha experiência no jornalismo ao longo de 45 anos, já tendo passado, inclusive, por todo período da Ditadura Militar.

Por exemplo. Na área do Supremo, que é a última etapa de julgamentos nacionais. O presidente Joaquim Barbosa, segundo denunciou seu colega de Casa, ministro Barroso, teve que usar de cálculos radicais para tentar enquadrar pessoas denunciadas e condenadas por crimes públicos diante da possibilidade das penas pertinentes caducarem e ninguém ir pra cadeia por muito tempo, diferentemente de uma vítima de erro de justiça que ficou 30 anos preso numa penitenciária pública, após seus próprios algozes, em pouquíssimo tempo, terem reconhecido que a pessoa presa não havia cometido crime algum, era “absolutamente inocente”, como constava 30 anos depois, no documento de soltura. Ou, mais recente, do ator negro encarcerado por 15 dias sem a mínima culpa em cartório.

Agora uma revista nacional (Ano II/Nº17) traz uma reportagem com o empresário Rogerio Penido, mineiro, que lutou mais de 7 anos para conseguir aprovar seu projeto de um Aeroporto Particular com pista de 1.530 metros, (227 metros a mais que o Santos Dumont), muito superior a muitas públicas espalhadas pelo país.

Desde quando o Brasil foi escolhido para sede da Copa, graves problemas de infraestrutura foram detectados. Um deles, a questão aeroportuária. Mas porque diante de uma possibilidade ímpar de incorporar um grande empreendimento desses à malha (como opção, claro) e ampliá-la, demorou tanto tempo para que o Governo desse o aval?

Além disso, vereadoras da região em que o empreendimento está sendo instalado, tentaram extorquir dinheiro para liberação de licenças específicas, mesmo sabendo que tudo estava legalizado e que o Aeroporto de Rogerio Penido gerará 2 mil vagas imediatas de trabalho e tem potencial para criar outras 30 mil (diretas e indiretas) quando estiver em pleno funcionamento.

São coisas que o Brasil vai perdendo espaço no Mundo e que, com certeza, a história de que o “Lula era o cara”, rolou água abaixo, faz tempo, fato comprovado pelo megainvestidor Donald Trump ao ser questionado sobre Lula e sobre o Obama ter dito a histórica frase “Lula é o cara”. Trump confessou numa entrevista à VEJA: “O Obama é assim. Repete essa frase pra todo mundo”.

Este é um grande país. Com grandes brasileiros. Uns favoráveis outros contra a real situação nacional. O importante é que há gente viva neste Brasil que se preocupa com o que vem acontecendo nos últimos 14 anos do século XXI.

E isso é ótimo. Seja pra que lado for o Brasil, este é nosso país e só nós temos o direito de xingá-lo ou de abraçá-lo de acordo com cada ideologia nascente na cabeça de cada um, nem Trump, nem o Secretário-Geral da Fifa, nem seu Blatter.

Somos jovens e velhos lutando por ideais genuinamente nossos. Mesmo que este país esteja à deriva com relação às leis, à segurança pública, à punibilidade e, quem sabe, até mesmo à esperança. Por isso, vale lembrar aqui, nesse contexto, a visão de Oscar Wilde (irlandês) que um dia forjou a seguinte frase:

“Os jovens adoram desobedecer. Mas atualmente não há mais ninguém para lhes dar ordem”. Por aí.....

 

(*) Mhario Lincoln é jornalista sênior e advogado.

10 hábitos que fazem mal a você

Escrito por Mhario Lincoln em 07/03/2014

Do site:


Algumas coisas são tão comuns em nosso dia a dia que nunca paramos para pensar se elas realmente deveriam estar ali. Aposto que pelo menos 9 dos 10 hábitos da lista se encaixam nesse quadro. (O arroz faz mal? A as chinelas rasteirinhas, também? Tomar muito banho?)

Então leia:

 

(Fotos originais do texto)


10. Acordar com despertador


Tudo bem. Esse todo mundo sempre desconfiou. Afinal, uma coisa que faz você perder o final de um sonho épico não pode fazer bem a ninguém mesmo. Mas o fato é que existem evidências científicas de que tanto colocar o despertador para acordar durante a semana quanto compensar o sono perdido durante o fim de semana podem ser hábitos terríveis para você. Essa discrepância entre a quantidade de sono faz com que o metabolismo trabalhe mais devagar do que deveria e, consequentemente, aumenta o risco de obesidade. E não para por aí!


Um estudo feito no Japão mostrou que o simples fato de acordar abruptamente, no susto, com o barulho do despertador, faz mal para o coração. A equipe que trabalhou nesse estudo reportou que esse susto matinal aumenta a pressão sanguínea e coloca o seu corpo em situação de alerta, o que não faz bem.
Mas e se eu preciso acordar cedo e não consigo ir dormir mais cedo?
Acontece com todo mundo. Seja por ansiedade, falta de sono, ou muitas coisas para fazer, às vezes apenas não é possível fazer com que o corpo pratique oito horas de sono por noite. Nesse caso, os pesquisadores japoneses aconselham: a melhor forma de acordar é usando métodos que façam você despertar gradualmente.