Personalidade para Investir

Escrito por Mhario Lincoln em 24/02/2015

PERSONALIDADE QUE NÃO PODE FALTAR A UM INVESTIDOR DA BOLSA

 

(*) Eloi Moccellin

 

Aprender como funciona o mercado de ações, entender os principais indicadores e ferramentas utilizadas, se familiarizar com os termos utilizados. Tudo isso sem dúvida é importante para quem pretende investir na bolsa. Mas além dos conhecimentos técnicos, para ter sucesso neste mercado, também é preciso ter algumas características de personalidade - que, em muitos casos, também podem ser adquiridas com o tempo e esforço.

Exclusivo: 'O livro ou o tablet?'

Escrito por Mhario Lincoln em 22/02/2015

Por José de Oliveira Ramos

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"A exigência dos títulos de Mestre ou Doutor para que professores possam ensinar, entre muitos valores, tirou também o “prazer de ensinar”, transformando-o numa condenável luta por bons salários. Esse é um caminho para o abismo. A procura, sempre, de melhores salários, professores assumem horários múltiplos em escolas diferentes e com diferentes propostas educacionais, desdenhando o tempo que, outrora, era dedicado à preparação das aulas."

 

 

Livro – a melhor fonte de ensino descoberta pelo homem

 

Professora Mundica: - José levante-se, abra o seu livro na página 31, e leia em voz alta, a lição desde o início!

José: - “As árvores são os pulmões da Terra. É através das árvores que o planeta respira, graças aos gases produzidos. De fato, como qualquer outro ser vivo, elas passam pelos quatro estágios cruciais de desenvolvimento: nascimento, crescimento, reprodução e morte."

Professora Mundica: - Pare! Cláudio Eduardo levante e continue lendo em voz alta a partir de onde José parou.

Cláudio Eduardo: - Primeiro, as árvores realizam o chamado crescimento modular: como cada parte da árvore funciona de maneira relativamente independente, um tecido danificado pode ser substituído por outro novo sem que a planta morra. Segundo: ao contrário da maioria dos outros vegetais, as árvores também crescem em espessura. A parte viva fica concentrada na região externa - no cerne do tronco, uma estrutura rígida sustenta a planta. Além disso, sua composição química a protege de alguns dos inimigos mais frequentes, como fungos e insetos. Não é de espantar que essas grandes plantas estejam há tanto tempo no planeta.

Era assim, num passado não tão distante, que se ensinava e que se aprendia. Quando alguém não seguia a leitura onde o leitor anterior parara, ficava de castigo, e o mínimo que poderia fazer era, ao final da leitura, ler toda a lição, ao lado da Professora e voltado para a turma – era uma prova de que não estava prestando atenção à aula.

Quando errava a pronúncia de alguma palavra, era corrigido na hora pela Professora. A “Mestra” exigia, principalmente, a pronúncia correta das terminações das palavras, como se estivesse lendo em Latim, onde o final é que determina o significado da palavra.

No Latim, “rosae”, “rosarum”, “rosa” não pode ser dito ou lido apenas como “ros..”, “ros..”, “ros...”!

E era nessa “discussão” que se aprendia a falar, a ler, a escrever e, principalmente, a interpretar o que se lia. E, nas provas mensais ou de fim de ano não adiantava “colar”, pois todos tinham que demonstrar que haviam aprendido, ao fazer, também, “prova oral”!

Hoje tudo mudou. Ficou diferente e, pasmem, para pior. A exigência dos títulos de Mestre ou Doutor para que professores possam ensinar, entre muitos valores, tirou também o “prazer de ensinar”, transformando-o numa condenável luta por bons salários. Esse é um caminho para o abismo. A procura, sempre, de melhores salários, professores assumem horários múltiplos em escolas diferentes e com diferentes propostas educacionais, desdenhando o tempo que, outrora, era dedicado à preparação das aulas.

Houve uma grita geral no Brasil, quando “apareceu” de uma hora para outra o “Método Paulo Freire” – voltado para tentar recuperar o tempo que adultos perderam no distanciamento com a escola e com o aprendizado formal. Nunca esse método teve a intenção de garantir aprovações em vestibulares.

Incompreensivelmente, nos dias atuais, ninguém se manifesta contra a adoção generalizada e agora sedimentada de ferramentas como o “tablet” a partir da faixa etária da alfabetização. De forma “oficial”, o que parece mais criminoso.

E o resultado disso?

Zero na redação do ENEM.

Veja que interessante (que, infelizmente, ninguém se dispõe a discutir pelo menos da forma parecida com foi discutido o método Paulo Freire):

 

 

Numa sala de aulas alunos exibem “tablets” em detrimento de livros e cadernos

 

“Ninguém tem dúvidas de que as árvores nascem, crescem e morrem. Mas como estamos habituados a ver as árvores já grandes, e às vezes muito grandes, nem sempre conhecemos bem todos os seus órgãos e a forma como se formam novas árvores.

Para realizares este Desafio segue os procedimentos que abaixo indicamos. No ponto 2 vais ter que fazer download (descarregar um ficheiro de um computador da Internet para o teu computador) de um ficheiro do PowerPoint e aí terás a ajuda de um simpático boneco, o Neco Oliveira, que te vai contar a história de vida de uma Árvore.

PROCEDIMENTO

1- Abre o Guião para Alunos e imprime-o.

2- Abre a aplicação “Conhece o Ciclo de Vida das Árvores”
(Clica e depois escolhe "Abrir". Demora cerca de 1 minuto a visualizar).
3- Consulta a aplicação e tenta preencher o guião.

4- Pede ao teu professor ou professora, ou então a um familiar mais velho, para corrigir as respostas (podes enviar as respostas para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ).
5- Faz uma das seguintes tarefas e envia para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Todos os trabalhos com qualidade serão publicados.
TAREFA A: Faz um texto com o título “O Ciclo de Vida de uma Árvore”. Para isso usa o Processador de Texto (MS Word) e não excedas uma folha A4.
TAREFA B: Faz um desenho acerca do tema “A Árvore”. Para isso usa o Paint ou outro programa de desenho. Podes também fazer um desenho em papel e depois digitalizar com o scanner.
OBSERVAÇÃO: O homem nasceu completo e pronto para, numa idade madura e de crescimento, a usar em benefício de si próprio e de outrem, todas as células e todo o mecanismo do seu corpo. É o cérebro que garante o movimento do “dedão do pé”. Mas esse cérebro precisa, também, estar em frequente oxigenação adquirida através da utilização e da sua movimentação. Quando alguém tem uma máquina para fazer isso, tudo muda.

 

A hipocrisia das leis brasileiras

Escrito por Mhario Lincoln em 15/02/2015

Por José de Oliveira Ramos

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Isso é uma “escola” brasileira – acredite

 

No início da atual legislatura do Congresso Nacional tramita uma proposta para as mudanças da política brasileira. O povo, que é o responsável por eleger os congressistas, ainda não tomou conhecimento do que muda e do que permanece.

Assegura-se que, entre o que jamais vai mudar, será: o povo continua votando e elegendo quem bem entender. Ainda que em voto de protesto, com ocorreu com os Cafeteiras, Tiriricas e os Jean Willys da vida.

Pois, são esses congressistas colocados na Câmara Federal e no Senado que pensam (????!!!!), projetam, (???!!!), redigem (???!!!), votam (???!!!) e aprovam as leis brasileiras. E que todos, tendo votado em quem faz isso ou não, tem que se submeter a elas.

Pelo tamanho continental do Brasil, as leis parecem (apenas parecem) coerentes, mas são, vez por outra, incoerentes, estapafúrdias – e, nem o fato das leis estaduais pode amenizar os males oficializados, até porque leis estaduais não podem se sobrepor às leis nacionais.

Vejamos, por acaso, o Artigo 4 do ECA (Lei 8.069, de julho de 1990) com seus parágrafos:

“LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990.

Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

Parágrafo único. A garantia de prioridade compreende: a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias;b) precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública;c) preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas;d) destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.”

 

Esse é o principal meio de “transporte escolar” na Amazônia

 Tudo é pensado, apresentado e aprovado como se o Brasil fosse do tamanho da Estônia, não tivesse problemas geográficos, intempéries ou tivesse o desenvolvimento e a riqueza da Finlândia ou da Austrália. Mais ainda, todos os bairros de todas as cidades fossem como o bairro do Morumbi, de uma Ipanema, de um Higienópolis ou de uma Aldeota ou Apipucos.

Os legisladores esquecem (ou não querem saber) a vida que levam as populações ribeirinhas da Amazônia e as dificuldades que as crianças precisam enfrentar no dia-a-dia para se deslocar de casa até as escolas e vice-versa. E, nisso, nem se contam as dificuldades de alimentação e trabalho dos pais.

E, no caput da lei está escrito que todos são iguais e têm direito:”... à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização...”!

 

Esse é outro meio de transporte escolar da Amazônia

E, assim, aparece bem na nossa frente um enorme abismo – o abismo da obediência ou do descumprimento das leis. Das nossas leis. Das leis que entram nas nossas casas e nos submetem, ainda que tenham sido aprovadas por uma maioria de votos, entre os quais estão os “permaneçam sentados” de Tiririca, Maluf, Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Vicentinho, Luciana Genro, Jean Willys, e outros e outros.

Do caput da Lei, peguemos dois itens: educação e profissionalização. Estudar, aonde? Como? Com qual estrutura? Todos “apontados e beneficiados pelas nossas leis” tem as mesmas condições?

Os gestores são absoluta e totalmente corretos na aplicação das verbas destinadas às escolas e à manutenção dessas? A merenda escolar servida nas escolas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná tem a mesma qualidade da merenda escolar servida em Xapuri, Parintins, Iranduba, Labre, São Gabriel da Cachoeira, Borba, Coari, Tefé ou nas margens dos rios Purus, Madeira, Japurá, Nhamundá, Jutaí, Javari, Içá? Ou, ainda, nas cidades de Cantá, Bonfim, Pacaraima, Mucajaí, todas no estado de Roraima?

E, por que essas leis não são diferenciadas ou, pelo menos permitem alterações de um Estado para outro?

 

Essa é a fachada de uma escola no bairro Morumbi em São Paulo

O outro item: profissionalização.

Como, “profissionalização”?

O que pode aprender uma criança, e o que é oferecido como prática de profissionalização no Xapuri?

O que pode um jovem desses aprender, além de ser seringueiro, pescador ou agricultor – embora nada disso signifique desonra?

 

Escola pública na Finlândia

O Rei e a Rainha

Escrito por Mhario Lincoln em 14/02/2015


(*) Edson Vidigal

Edson Vidigal, Advogado, foi Presidente do Superior Tribunal de Justiça e do Conselho da Justiça Federal.

O Rei Momo, na origem, isto é, na mitologia grega, foi uma mulher que depois foi até deusa e juíza à qual se atribuía poderes de só fazer o bem.
Conhecida também como Reclamação, filha de pai desconhecido, Momo personificava a noite.
Contam os etimólogos que os romanos escolhiam três dias a cada ano para uma grande festança tendo como lema o seja você quem for, seja o que Deus quiser. Em torno de uma enorme vala faziam churrascos, vindo dessa vala da carne chamada carnivália a palavra carnaval.
Para o governo do carnaval os romanos elegeram Rei a deusa Momo dos gregos. Não era bem um Rei homem, mas originariamente uma mulher que com o passar do tempo se assumiu e alcançou.
A condição de elegibilidade para Rei Momo era ser militante, defensor do Império de César, dono de insuspeitável alegria, irradiante simpatia e, ademais, muito bonito. O que para estas paragens não chega a ser o caso.
Uma reforma eleitoral feita às pressas, no maior casuísmo, tornou inelegível quem não pesasse no mínimo 120 quilos, exigindo-se a vistosa obesidade também para as candidatas a Rainha Momo.
Tudo isso ideia da bancada do agro negócio e de um pessoal da OAB do Maranhão sob a justificativa de que o sobrepeso simboliza a fartura, o dólar em queda, a inflação controlada, o real valorizado, os salários com poder de compra, enfim, o crescimento da produção, inclusive a industrial.
Mas como isso tudo foi sumindo do cenário e constatando-se que metade da população do País está obesa, o que só aumenta as despesas do governo e dos planos de saúde, a primeira condição de elegibilidade para os tronos de Rei e de Rainha do carnaval foi revogada, determinando-se que os candidatos agora tem que ser magros na proporção da altura e do peso.
Ora, quem sob a visibilidade geral inerente ao Poder, Rei ou Rainha, Presidente ou Presidenta de qualquer coisa, não tem que se mostrar como símbolo do bom exemplo?
Quando algum ungido para alguma altura diz que não gosta de ler livros e que seu primeiro diploma na vida foi aquele que lhe permitiu ascender a curaca, isso então não é apologia contra a instrução e a educação? Qual a criança que depois disso vai querer ir para a escola?
Vale também para o Rei Momo e Rainha Momo, enquadráveis na lei ficha suja da obesidade, caso não se apresentem magros e sarados. Casal de monarcas obesos é o mesmo que dizer às crianças – bebam mais refrigerantes, comam mais batata frita, comam mais sanduíches de lanchonetes carregados de maionese.
Em Palmátria, a capital de um País descoberto pelo poeta Tribuzi no ultimo século, houve há pouco uma grande confusão na escolha do novo Rei e da nova Rainha Momo.
Quando tudo parecia seguir nos conformes dos previamente combinados, como sói acontecer igualmente no Maranhão, sabendo-se antemão nos bastidores quem seria a Rainha Momo eleita, eis que desponta uma morena que parecia saída de uma tela do Di Cavalcanti.
Alta, esguia, dedos de pianista, sorriso cativante, daqueles de encarcerar doleiro e até diretor da Petrobrás, dir-se-ia que era a reencarnação da modelo do gênio pintor, a Marina Montini.
Ah o júri não gostou. Seria a revogação do que havia sido negociado antes. Esgotados todos os argumentos, um inflamado jurado saiu com mais este:
- Esta candidata é muito alta, gente. E mulher alta cansa.
- Quem falou que mulher alta cansa? Quis saber outro jurado.
– Ora, o Sarney...
Ninguém achou graça. Mas o Sarney que acompanhava tudo pela televisão, qual o dono da tabacaria, sorriu.

BOMBA: PAC é alvo de 205 ações judiciais

Escrito por Mhario Lincoln em 10/02/2015

CRISE ENERGÉTICA
54 obras de infraestrutura de energia do PAC são alvo de 205 ações judiciais

Essas 165 ações resultaram em 446 medidas judicias — das quais 247 ainda tramitam — e em 69 liminares concedidas. Ou seja, o Judiciário concedeu liminares em 42% dos pedidos de impugnação.

 

Por Pedro Canário

O Programa de Aceleração do Crescimento, ou PAC, hoje conta com 54 obras ligadas a infraestrutura de energia, que vão desde usinas de geração até linhas de transmissão. Essas obras são alvo, atualmente, de 205 ações, que geraram 524 medidas judiciais até o dia 26 de janeiro deste ano. E dessas medidas, 284 ainda estão em tramitação, ante as 240 já arquivadas.

A usina Santo Antônio, no rio Madeira (Rondônia), teve as obras paralisadas pela Justiça, mas hoje já está funcionando.

As informações foram obtidas pela revista eletrônica Consultor Jurídico junto à Procuradoria-Geral Federal (PGF), o braço da Advocacia-Geral da União responsável por representar as autarquias e fundações federais. De acordo com a PGF, as 205 ações judiciais resultaram em 83 liminares que pararam as obras em algum momento. Ou seja, 40% das obras foram interrompidas por alguma medida judicial. Até o dia 26, entretanto, nenhuma dessas liminares estava em vigor.

Para suas ações não despencarem

Escrito por Mhario Lincoln em 10/02/2015

Qual a melhor coisa a fazer se as suas ações despencarem?

Eloi Moccellin

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Uma das principais características do mercado acionário é a volatilidade que o acompanha. Tanto que muitos especialistas recomendam a bolsa de valores somente para aqueles investidores que têm “sangue frio” e aguentam assistir o sobe e desce dos pregões. Mesmo assim, às vezes é preciso avaliar se compensa, ou não, continuar posicionado em um papel quando ele apresenta uma queda muito brusca.

“A primeira coisa a se fazer quando ocorre essa forte desvalorização é ligar para a corretora e conversar com o algum profissional (de corretoras ou independente) que faça a cobertura daquele papel, e que entenda bem o que está acontecendo com a empresa”. “É preciso saber se essa queda ocorreu devido a uma movimentação de mercado ou se o problema está na empresa”.

 

Alternativas:

Caso o problema seja especificamente da companhia e o objetivo com a aplicação seja de curto prazo é interessante considerar vendê-la. Nesse caso, utilizando o stop loss. A ferramenta serve para o investidor colocar um limite para a queda da ação, indicando um preço máximo que ele aceita perder.

“O stop loss deve ser utilizado para quem investe mais no curto prazo, para quem está especulando”.

“Já para quem investe em um horizonte de longo prazo, não deve estar tão preocupado com as oscilações diárias, pois se presume que esse investidor realizou uma análise da empresa e acredita no case para o futuro”.

Quando o investidor está operando no longo prazo e as ações caem forte por conta de algum ruído de mercado - e não por um problema sério que abale as perspectivas futuras da companhia, ele deve agir de outra forma.  Se sua confiança na empresa permanecer inabalada e não houver "nuvens negras" no horizonte de médio e longo prazo, uma opção pode ser fazer o preço médio.

Neste caso, o investidor aproveita a queda e compra mais papéis por um preço mais baixo, marcando um preço médio menor. “Essa alternativa vale a pena dependendo do perfil do investidor. Se ele está com 10% de suas aplicações no papel, pode aumentar a posição em mais 10%. Mas caso esse valor seja de 50% da sua poupança em renda variável, os riscos envolvidos se tornam muito grandes”.

Já se você comprou a ação pensando no longo prazo, mas algum fato mudou totalmente as perspectivas que você tinha para aquela empresa, pode ser hora de embolsar o prejuízo, antes que ele fique ainda maior.

Premissas para ser um acionista:

Por mais que o preço de uma ação não esteja sob o nosso controle, vendê-la deve ser uma atitude muito bem pensada. Afinal, se você comprou aquele papel pensando lá na frente, é provável que tenha realizado uma análise prévia e realmente acredite em seu potencial de valorização.

Portanto, existem regras a seguir. A primeira é adotar um horizonte de longo prazo, pois as empresas levam tempo para crescer e trazer resultados satisfatórios. A segunda é tomar cuidado com a questão emocional. “Não dá para usar a emoção em momento de crise e realizar o prejuízo com qualquer queda, é preciso utilizar a razão e entender bem o que está acontecendo antes de tomar uma atitude.”

 

 

Ferro de Passar Roupa e Água

Escrito por Mhario Lincoln em 08/02/2015

Por José de Oliveira Ramos  

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E... tome ferro!


Ferro de passar roupa. Você lembra?
Choveu muito. Continua chovendo aqui e alhures. Depois de prometerem multa e cadeia na Indonésia para quem desperdiçasse água, algumas coisas começaram a mudar.
Estabeleceram multa para quem lavar carro ou calçada. E, assim, volto ao foco da semana passada.
Quem bebe água Perrier e toma banho de espuma está preocupado com essa multa?
Aí acima tem o endereço eletrônico (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ) para alguém denunciar ou enviar foto de “rico” lavando calçada ou lavando carro. Gratifico e gratifico bem quem fotografar um “rico” ou morador do Morumbi, Ipanema, Aldeota dando banho no cachorro por mais pedigree que tenha. Pago. Pago mesmo!
Ora, me comprem dois bodes, que eu quero fazer carne-de-sol para preparar com fava rajada do Recife! Vão continuar até quando querendo nos fazer de imbecis?
E sabe por que isso?
Porque o cordão com pólvora está queimando célere na direção de Brasília, de onde querem afastar as luzes. Ali, quem podia ser preso já recebeu “cartão amarelo” igualzinho num jogo de futebol. Jogador dá porrada em quase todos os adversários e, quando atinge o décimo, o árbitro mostra o cartão amarelo para ele. Depois que ele recebe o amarelo, mata até a mãe do Padre e o Árbitro não faz mais nada.
Pois foi assim que fizeram com uns e outros que receberam todo tipo de salvo-conduto. Esses jamais serão importunados. Nem que a vaca continue tossindo mais do que já tossiu.
Se você pensou em Maluf, pensou por sua conta própria. Mostre, daqui pra cima, onde está escrito Maluf!.....
Tanto quanto o “mensalão”, o “petrolão”, o “metrosão”, também saíram de foco a Marta Suplicy que tentou engatar a marcha de uma briga fajuta com a Dilma, mas o câmbio engatou e ela passou foi a ré. Tudo armação. Tudo encenação, pois todos sabem que Dilma não pode ser reeleita e querem içar o Molusco como “Salvador da Pátria” e continuar mais um tempinho no poder.
Mas não deu certo e ela resolveu sumir. Se tivesse realmente “brigado” com a Dilma, por que cargas d´água ela permaneceria no PT? Por que não pediu desfiliação, como fizeram Marina Silva e Heloísa Helena? Migué. Tudo Migué!
Mas, até onde se sabe a caixa de maldades do PSDB ainda guarda escândalos a encher navios. Quando estiver perdendo força o Lava Jato e o Mensalão já estiver como querem alguns das altas cortes, o PSDB volta a abrir a caixa e dali tira o escândalo dos escândalos: o do BNDES. E, depois, se esse ainda não resolver definitivamente, se preparem para conviver diariamente com um minério que o Brasil detêm 98% do que existe no planeta Terra, enquanto os 2% estão no Canadá. Mas que, afirmam as fontes, continua saindo daqui como saía o ouro, dentro dos santos do pau ôco.
Nome desse minério: NIÓBIO!
Enquanto isso, na escala dos acontecimentos, a água saiu da rotina por conta do pesado índice pluviométrico que está caindo, alagando e alargando as ruas e cidades.
Quer dizer: a multa para quem lavar calçada virou piada! Com tanta chuva, alguém vai precisar lavar calçada?
Quando será mesmo que vão impor multa para quem ganhar a vida lavando roupas?
Esse é o Brasil!
A pobre senhora nem se dá conta da multa que vai pagar – por lavar a roupa dos “ricos”.

 

Desor. Lourival Serejo e a 'Famiglia Petrolão'

Escrito por Mhario Lincoln em 07/02/2015

A FAMIGLIA DO PETROLÃO


Lourival Serejo


Quem leu o anúncio da revista Veja da última semana, deve ter se lembrado da antiga e inteligente propaganda maranhense: Sabão Martins: uma mão lava a outra. O anúncio da revista dizia: Petrolão: uma mão suja a outra.
Para tanta corrupção, nem o sabão Martins, nem a soda cáustica pura, aplicada diretamente, resolveria. A sujeira era, ou é, a própria mão de cada um dos envolvidos.
Às vezes, tenho impressão de que estamos assistindo a um seriado sobre as práticas de uma famiglia siciliana da Cosa Nostra, com capítulos cada vez mais surpreendentes. A série tem se mostrado crescente e com um fim imprevisível. As revelações têm desafiado os autores das novelas da Globo, em termos de criatividade e suspense. E agora? E amanhã? Quem foi? Quem está mentindo? Quem fala a verdade? Quem mandou? Quem será denunciado? Quem é o capo della famiglia?