Edson Vidigal (Especial)

Escrito por Mhario Lincoln em 07/02/2015

Ou dá ou desce

Edson Vidigal

 

 

Havia na escola um crioulo compositor que só sabia fazer samba enredo sobre a história do Brasil.

Um dia o Estado Maior da escola, decidido a inovar, chamou o crioulo.

- Neste ano não vai ter mais história do Brasil, ó quêi?

O crioulo que passava metade do ano pesquisando o Brasil na memória republicana, pois a biblioteca pública estava há vinte anos como a transposição das aguas do São Francisco – em obras paradas, reagiu embasbacado:

- Então, vamos desfilar na avenida cantando o que, maioral?

- A atual conjuntura. A atual conjuntura.

Foi aí que, segundo Sérgio Porto, o crioulo endoidou de vez.

Jumento e Pote D'água

Escrito por Mhario Lincoln em 01/02/2015

Por José de Oliveira Ramos

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Um jumento com cambitos, um pote, uma cabaça e um “caminho d´água”!

 

As coisas acontecem no Brasil – sempre! – com efeito dominó ou como cortina de fumaça. Parecem adrede programadas. O fato novo é sempre maior e mais preocupante que o anterior. Isso tem alguma explicação?

 Podemos listar. O foco era o “mensalão”, onde os sem-escrúpulos reforçados pelos sem-vergonha a serviço sabe-se bem de quem, se uniram numa força-tarefa hercúlea para puxar o tapete do Joaquim, com o objetivo de tirá-lo do caminho que as evidências sempre apontavam: o Palácio do Planalto.

 Joaquim pegou o boné e o caminho de casa – e nem foi morar no apartamento de Miami como garantiam os venenosos. Lutar contra onda tsunâmica é coisa para Deus, deve ter pensado o agora Ministro aposentado.

 O foco passou a ser o “petrolão” com o rastilho da pólvora aceso pelo doleiro Alberto Youssef com explosivos acionados nos catres de ministros, governadores, senadores e, de novo, caminhando célere para o Palácio do Planalto.

 Como pólvora queima rápido, e o estrago é mais devastador que os explosivos utilizados pelos assaltantes (ops!!!) de bancos, numa bifurcação milimétrica, quase matemática, o foco mudou para a crise energética que envolve, também, uma crise no abastecimento d´água não apenas no sudeste.  Acredite: ninguém no Palácio do Planalto sabe de nada. Ninguém nunca soube de nada.

 Seria por isso que já não se fala tanto no “mensalão” e muito menos nas condenações e prisões dos envolvidos?

 Mensalão e Petrolão não atingiram tão rapidamente o “povão” – e, para chamar mais atenção, nenhum escândalo que se preze pode deixar o “povão” de fora, apenas assistindo pela televisão. Diante da “crise hídrica e de energia”, até mesmo o número de idiotas que perdem tempo vendo o BBB da Globo caiu assustadoramente. O foco é a crise da água!

 Mas, que crise de água é essa, que não chega ao Morumbi, a Higienópolis, Ipanema, Copacabana, Leblon, onde, provavelmente, se toma banho de espumas com essências e se bebe Perrier?

 Por que essa crise só atinge a quem mora na periferia?

 

“Buscando” um caminho d´água

 

Dito isso, nos transportamos para os anos 50 e 60. Os arrumadores de confusão só conheciam duas classes sociais: o rico e o pobre. E estavam sim, bem definidas. Hoje já existe classificação social para classes A, B, C, D, E, e, se formos menos reais que o Rei, chegaremos facilmente à classe “M”. Eme de merda! Aqueles que estão na própria e vivem no cabresto dos “bolsas”.

Queimadas era um povoado pouco habitado de Pacajus, interior do Ceará. Hoje é conhecido como Horizonte, e virou município. Município da Região Metropolitana de Fortaleza. Foi ali que vivemos nossa infância pobre, mas digna, e aprendemos que só devemos nos ajoelhar para Deus.

- Meu fio, bote os cambitos no Mimoso (o jumento!), aprume os tonel e vá buscar dois caminhos d´água no açude. Avie menino, se arrexe que a água é prumode fazer o dicumê d´ocês! Ordenava a avó, figura esbelta de quase dois metros de altura.

- Aonde tão os cambito, vó? Indagava o neto.

- Percure pela aí, minino. Ande, se arrexe. Vou cuspir no chão, visse. Quandi o cuspe secar, têja aqui de vorta!

E esse panorama só mudava quando a seca ficava braba e, em vez de procurar água mineral Perrier, nós procurávamos mesmo era a raiz da mucunã, verdadeiros mananciais d´água na caatinga.

 

Essa água mineral é item fora da “crise”

 

Pois bem. Quem é brasileiro e foi ensinado pelos pais a devolver para o mesmo lugar até aquilo que “achava” em algum lugar, e nunca puxou saco de quem quer que seja para viver uma vida de fantasia e de mentiras ostentando um status social que não tem, aprende, realmente, que essas crises nunca passaram de fórmulas ridículas para fazerem desaparecer outras.

 

 

Banho de espuma faz esquecer a crise

 

"As lagartas no milharal" José de O.Ramos

Escrito por Mhario Lincoln em 24/01/2015

Por José de Oliveira Ramos

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“O governo, qualquer governo, faz mal à imprensa. A imprensa, toda a imprensa, faz bem ao governo – principalmente quando critica. Governo não precisa do ‘sim’ da imprensa. Governo evolui com o ‘não’ da imprensa. A proximidade da imprensa com o governo abafa, distorce o jornalismo. A distância entre governo e imprensa é conveniente para ambos, útil para a sociedade e saudável para a verdade. Jornalismo é tudo aquilo de que o governo não gosta. Tudo aquilo de que o governo gosta é propaganda. A imprensa, numa definição mais simples, deve ser o fiscal do poder e a voz do povo. Com o estrito cuidado para não inverter essa equação.” (Luiz Cláudio Cunha – Jornalista gaúcho)

 

A lagarta morre comendo o milho e os outros que se danem

 

Com seus 217 municípios espalhados numa área de 331.937,450 km2 e uma população contada em 2014 com 6.850.884 habitantes, o Maranhão, pode-se afirmar, “parou no tempo”!

Sendo uma das 27 unidades da federação e estando localizado no extremo oeste da região Nordeste possuindo uma das maiores orlas marítima do Brasil foi abençoado pela natureza e, comprovadamente, possui as melhores terras para a agricultura. É uma terra abençoada por Deus.

Tocantins, Gurupi, Pindaré, Mearim, Parnaíba, Turiaçu e Itapecuru são os rios mais importantes e pertencem às bacias hidrográficas do Parnaíba, do Atlântico Nordeste Ocidental e do Tocantins-Araguaia. As principais atividades econômicas são a indústria (o trabalho de transformar alumínio e alumina, alimentícia, madeireira), os serviços, o extrativismo vegetal (babaçu), a agricultura (mandioca, arroz, milho) e a pecuária.

Localizado entre as regiões Norte e Nordeste do Brasil, o Maranhão possui uma grande diversidade de ecossistemas. São 640 quilômetros de extensão de praias tropicais, floresta amazônica, cerrados, mangues, delta em mar aberto e o único deserto do mundo com milhares de lagoas de águas cristalinas. Essa diversidade está organizada em cinco polos turísticos, cada um com seus atrativos naturais, culturais e arquitetônicos. São eles: o polo turístico de São Luís, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, o Parque Nacional da Chapada das Mesas, o Delta do Parnaíba e o polo da Floresta dos Guarás.

O Maranhão tem uma bancada de 18 deputados na Câmara Federal e de três senadores (Edison Lobão, Epitácio Cafeteira e João Alberto de Sousa), além de 42 deputados estaduais.

 

Comer, comer e comer. Essa é a razão de ser da lagarta

 

Garantia o Padre Antônio Vieira que, no Maranhão, até as nuvens mentem. E, com certeza, pouca coisa mudou até os dias de hoje. Terra onde se fala o melhor português (é mentira!) e Estado com melhores terras para a agricultura (pode até ser verdade – mas ninguém planta nada!).

No Maranhão, babaçu abunda. E abunda mesmo sem ser plantado. Nasce simplesmente. Se tivesse que ser plantado, com certeza não existiria.

O que se sabe é que, se aproximando dos cinquenta anos de domínio, a “roça” do Maranhão tem novo caseiro e um novo capataz. As lagartas começaram a ser dizimadas até no milho pra pipoca.

Durante décadas, num Estado que tem (????!!!!) as melhores terras, qualquer legume vem dos estados vizinhos; e num Estado que tem uma das maiores costas no mar, o pescado mais consumido é o de rios. Pargo, cavala, xerelete, enchova são peixes desprezados – depois, acabou-se descobrindo que isso é apenas pela incapacidade de pescar no mar tanto quanto se pesca nos rios. E, nesses cinquenta anos o “Governo” preferiu comer camarão e lagostas.

Na agricultura, milho e feijão voltam a ter valor e as lagartas estão sendo dizimadas, mesmo com alarido ensurdecedor. O milharal – em pouco tempo – vai voltar a ter o seu valor.

"Isto aqui, o que é?", E.Vidigal

Escrito por Mhario Lincoln em 24/01/2015

Edson Vidigal

Advogado, foi Presidente do Superior Tribunal de Justiça e do Conselho da Justiça Federal.

 

- Agora que eu sou o chefe maior até imagino que se soubessem o que eu sei sequer poderiam imaginar que do muito que eu sei só me resta calar-me.

- Então, excelência, por que resolveu nos dar a honra desta entrevista à TV Arara Vermelha com retransmissão da CNN, BBC, Al Jazeera e emissoras de rádio de toda a Europa...

O chefe maior interrompendo o repórter:

- A Rádio do Vaticano também?

O repórter blefando:

Pena de Morte. By Valéria Fernandes

Escrito por Mhario Lincoln em 23/01/2015

Coluna de Valéria Fernandes
(Especial para ACERVO)
(*) VALÉRIA FERNANDES
Consultora Política
Goiânia- GO

 

PENA DE MORTE / INDONÉSIA

 

Não vi porque , tanto alarde por parte do governo Dilma, pela a execução do traficante Marco Archer.

Marco Archer, já tinha antecedentes,não era um neófito no tráfico e, tinha conhecimento das Leis da Indonésia.

Mesmo sabendo, que a Lei contra o tráfico seria a "Pena de Morte",mesmo assim Marco Archer tentou burlar as Leis desse País.

A cultura brasileira, pra muitos não saõ aceitável a "Pena de Morte".

Mas existe, uma hipocrisia, muitos não querem ver, que a maior pena de morte, o traficante faz todos os dias,causando a maior "desgraça", "devasta", nas famílias.

Mães,que perdem seus filhos para os traficantes, famílias destruídas,por causa das drogas.

A execução desse traficante,não deve ter sido nada, diante,de tantas, supostas vidas, que foram dissipadas,separadas,por esse traficante,através dos seus tráficos.

O tráfico, é um dos piores crimes que pode causar a sociedade,causando os piores danos e, muito das vezes sem a menor chance de recuperação.

No Brasil, o cidadão d bem ,está convivendo a muito tempo com a "Pena de Morte",por falta de segurança, com a inércia do poder público.

Já são aproximadamente quase 60 mil homicídios por ano.

Não vejo nenhum alarde, pelos nossos políticos,em relação a falta de segurança da sociedade.

Parabéns! a Indonésia como trata suas Leis, com seriedade, fazendo valer,com rigor.

Concordo, com o governo d Indonésia, quando disse: "Respeite nossas Leis".

Afinal o Brasil, (País da Corrupção) não tem moral, credibilidade,para querer frear, a legislação,desse país.

Com certeza esse traficante, havia esquecido, que "Jeitinho brasileiro",so existe no Brasil.

Para conhecer a cultura de um país, basta olhar para suas LEIS.

Que a execução desse traficante,que sirva de "reflexão", aos nossos legisladores, que deveria existir pelo o menos "Pena Perpétua".

Que nosso CP (Código Penal), que já se arrasta desde 1940, seja urgentemente, repensado, na atual situação que estamos vivendo.

Na contramão da rotina (J.deO.Ramos)

Escrito por Mhario Lincoln em 17/01/2015

Por José de Oliveira Ramos
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Guido Sant´Anna em exibição solo

 

Sabem essas coisas que são apresentadas “em números”? Que importância você dá a elas?
Você gosta de “números”?
Será que, quando você era criança ganhou do pai ou da mãe aquela caixa de biscoitos que continha números e letras?
Quais biscoitos você comia primeiro: os de letras ou os de números?
Pois, números são apenas números e nada mais. Isso garantia Malba Tahan, o “Homem que calculava”!
Então, analisemos o seguinte: qualquer Secretaria de Segurança – até mesmo do mais pacato e tranquilo Estado – quando precisa de algum aditivo de verba, ou de mais verba para alavancar os projetos (é o que sempre tentam justificar) em combate a violência, recorre sempre aos números. Tais como: aconteceram 135 crimes violentos de homicídio, mas poderia ter sido menos, se dispuséssemos de uma verba maior para investirmos no combate. Mentira!
Destarte, quando tem verba suficiente e o combate ao crime está deixando a desejar, essa mesma “segurança” começa a terceirizar as responsabilidades, dividindo-as com a educação, com o baixo nível de convivência familiar e até com a falta de investimentos em outras áreas que não lhe dizem respeito.
E apresentam um cabedal de números que nem eles mesmos conhecem e até planilhas de passagens de ônibus, de preços de carrapaticidas, de absorventes femininos são misturados. Ah, os números!
Falando em números, a quantas andam as colheitas dos investimentos do “Criança Esperança” e genéricos?
Alguém que vive adjetivando Pelé de abestalhado ou de “poeta com a boca fechada” já parou para pensar naquilo que ele disse quando comemorava o milésimo gol?
Aquele era um momento do futebol. Era uma comemoração pessoal. Uma marca que era só dele e, o máximo de gentileza e humildade que poderia ter demonstrado, era agradecer aos companheiros de time e de seleção pelos passes perfeitos. Não. Pelé fez mais que isso. Pelé saiu de si mesmo, de um momento seu, para manifestar preocupação com as crianças.
Claro, ele próprio talvez não tenha dado a devida atenção aos filhos (todos sabem a situação de Edinho, filho do Rei) mas, sem pensar em justificar nada, é bom nunca esquecer que o Santos, na era Pelé, “viveu” mais fora da cidade paulista – por conta dos contratos de jogos de exibição em que o “Rei” tinha presença exigida. Não se tenta, aqui, justificar o erro da falta de assistência ao filho Edinho (muitos entendem como uma questão particular de “caráter” – o que acaba se desenhando mais grave ainda).
Mas, o que se vê aqui e alhures é que não se deve dar tanta importância aos números, quando se deseja mostrar alguma coisa. As crianças estão todas perdidas? Não. Não estão. Há pais que “se mancam” e tiram a bunda cheia de celulite e varizes do sofá, param de esperar pelo poder público e vão à luta, acreditando e investindo nos filhos.
Vejamos esse exemplo:

Guido Santana, com apenas 10 anos, é considerado um virtuose no violino

Como se fora um veterano nas apresentações solos, o menino Guido Sant´Anna caminha na contramão da rotina da exclusão social, ainda que não faça parte de listas das benesses da proteção oficial. Filho de Silvano Silva, 41, e Glauce Sant´Anna, 42, Guido “começou a tocar” violino aos 5 anos de idade, quando mal conseguia ler as partituras.
“Comecei a gostar de música clássica porque me acalmava", diz Guido. Seus compositores preferidos são o austríaco Mozart, o alemão Mendelssohn e o russo Tchaikovsky. No início da carreira, tocava muito Mozart, "mais fácil",afirma. Atualmente diz preferir Tchaikovsky.
A rotina é controlada na pequena casa de fundos onde vive a família. "Tenho praticamente só um quarto e meio, então organizo os horários de estudo para meus três filhos poderem treinar ao violino. Enquanto dois fazem lição de casa, um toca", conta Glauce, a mãe. Videogame, passatempo preferido de Guido, só no fim de semana - após os ensaios.
Guido conta que acorda às 7 horas, toma café e vai tocar violino. Até o começo de dezembro, encerrava o treino por volta das 10 horas, para ir ao curso de inglês. Aluno de escola pública, ele concorreu a uma bolsa para estudar em uma escola particular bilíngue. Passou no concurso e deve começar as aulas no segundo semestre de 2015.
Nem tudo está perdido – cabe-nos fazer a nossa parte, enquanto pais e formadores de opiniões.

 

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Link do youtube. (Copie e cole):

http://i.imgur.com/1kIaXwQ.jpg?1

 

 

GUIDO SANT´ANNA

Instrumento: Violino
Data de nascimento: 28/5/2005 (9 anos)
Naturalidade: São Paulo/SP
Currículo: Iniciou os estudos de violino aos 5 anos com a professora Márcia Fukuda, com quem teve aulas por 3 anos. Neste intervalo, tocou na Orquestra Kodomô, do Instituto Fukuda, fez apresentações externas como solista “mirim” e participou de festivais de música. Atualmente é aluno de Elisa Fukuda. É o mais jovem competidor entre os 24 selecionados.

 

 

Lei Penal não educa a Sociedade

Escrito por Mhario Lincoln em 16/01/2015

É equivocada a ideia de que a lei penal serve para educar a sociedade

 

Por Hélio Schwartsman

 

[Artigo originalmente publicado no jornal Folha de S.Paulo desta quarta-feira (14/1)]

Nunca pensei que aconteceria, mas eu e o Exército brasileiro estamos de acordo em relação a alguma coisa: o projeto de lei que criminaliza a homofobia é inoportuno. Vou um pouco mais longe e coloco nessa mesma categoria normas já em vigor, como os vários dispositivos legais que pretendem banir discursos racistas, nazistas e outros dos chamados crimes de ódio.

Não me entendam mal. É óbvio que discriminar uma pessoa em virtude de seus hábitos sexuais, origem étnica, religião ou qualquer outra característica análoga é não apenas estúpido como também imoral. Ocorre que nem tudo o que é estúpido e imoral deve ser também ilegal.

Historicamente, a esquerda sempre sustentou, com razão, que a lista de condutas reguladas pelo Código Penal fosse a menor possível. Foi graças a essa tendência que comportamentos como homossexualismo e adultério deixaram de ser delitos e princípios como a liberdade de expressão puderam firmar-se. De uns tempos para cá, porém, militantes de causas passaram a defender que violações ao que entendem ser a moral correta se tornem crimes.

O pressuposto dessa guinada é a ideia, a meu ver equivocada, de que a lei penal serve para educar a sociedade. Não serve. O direito penal envolve sempre uma forma de violência do Estado contra o indivíduo. Na versão "light", ele é intrusivo, opressivo e abre flanco para o arbítrio de autoridades. Na pesada, joga pessoas na cadeia, um castigo extremo e de eficácia em geral muito baixa.

Certamente há casos em que é preciso utilizá-lo para evitar males ainda maiores, mas eles tendem a ser a exceção e não a regra. Excluídas situações muito especiais, os crimes violentos numa sociedade são cometidos por uma fração de não mais de 2% da população total.

Como já ensinava Savigny, não é a vontade arbitrária do legislador que altera os costumes. Se queremos fazê-lo, melhor tentar a escola.

Pensamento vivo de Rosimeire

Escrito por Mhario Lincoln em 15/01/2015

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"Sou otimista que acredita no bem. Isso é fé.não espero alguém vir me salva."

 

O QUE O HOMEM DEVE SABER!


Todo homem tem que saber que mulher não e objeto ,E sim um bem precioso que" DEUS ",crio para esta ao lado de um homem especial, com suas diferente forma de pensar e agir ,pois realmente somos de luas e isso mesmo luas em sua formas bem diferente de ser ,mais nunca deixamos de ser lua ,ou ser mulher feminina,fé mia. mulher, que ama chora e sofre calada ou expressa em varias forma. O que sente.